ESTA É A RESPOSTA DE UMA BLOGUEIRA EM RELAÇÃO A UMA PESQUISA FEITA SOBRE O ABORTO
Engraçado se falar no número de mulheres que morrem devido aos abortos. Mas ninguém fala no número de crianças que estão morrendo também. Sim, porque morrem muito mais crianças que mulheres (as crianças morrem em TODOS os abortos, e as mulheres morrem em alguns deles). Aos desavisados, o Aborto não é só questão de religião; é questão de humanidade, de política, de direito fundamental à vida. Engraçado as pessoas ditas inteligentes defenderem a morte, quando sua inteligência permitiria que pensassem em uma forma de evitar estas mortes - e não de aceitá-las e incentivá-las. Se o argumento é o de que "proibir não é a melhor maneira", vamos liberar tudo o que acontece escondido então: os homicídios, todas as drogas, o incesto, enfim, tudo o que o ser humano for capaz de sentir vontade de fazer. Isso, vamos liberar tudo! Mas vamos ter que aguentar as belas consequências que isso vai trazer.
O Aborto é só a saída "mais fácil" para um problema social, mas nem por isso a mais correta. É a solução mais rápida para o problema da gravidez indesejada - e é mais fácil ainda pra nós, que estamos vivos, que não fomos abortados. Os que foram, tadinhos, nunca tiveram a oportunidade de se manifestar a respeito do assunto. (NANI)
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Os evangélicos e a mania de orar no monte
O dicionário Aurélio define superstição como um sentimento religioso baseado no temor ou na ignorância, e que induz ao conhecimento de falsos deveres, ao receio de coisas fantásticas e à confiança em coisas ineficazes; crendice; apego exagerado e/ou infundado a qualquer coisa".
Pois é, infelizmente alguns dos nossos irmãos em Cristo tem vivenciado uma fé absolutamente sincrética.
Ao contrário do que deveria ser, inúmeros cristãos mostram-se extremamente superticiosos. Em nosso meio existem aqueles que deixam a Bíblia aberta no Salmo 91 para afastar desgraças; utilizam a expressão "Tá amarrado" para superar satanás; abrem a Bíblia aleatoriamente para receber uma orientação de Deus; utilizam elementos como galho de arruda, sal grosso e copo d'água ungida dentro de casa, além de subirem a montes acreditando que por orarem lá, Deus se manifestará de forma especial.
Tais pessoas movidas por um misticismo esquizofrênico vêem gravetos brilharem, anjos reluzentes, além de enxergarem no mato manifestações sobrenaturais de Deus.
Caro leitor, não precisamos subir a montes para falar com Deus nem tampouco para sentir sua santa presença. Em Cristo podemos orar e nos relacionarmos com o Pai no quarto, na rua, na igreja, na praia ou em qualquer outro lugar. O monte não é um lugar santo, nem tampouco um local escolhido por Deus para falar ao coração do povo. Afirmar que o Espírito de Deus age de forma especial em montes e montanhas significa desconhecer as verdades bíblicas.
Isto posto afirmo que cristãos supersticiosos estão fadados a uma vida cheia de neuroses e frustrações. Junta-se a isso o fato de que o cristão ao comportar-se deste forma aponta para uma absurda contradição, até porque as raízes históricas e teológicas do protestantismo sempre foram contra toda e qualquer manifestação supersticiosa.
Caro leitor nossa fé não se fundamenta em superstições ou achismos, mas sim na infalível Palavra de Deus. O evangelho está enraizado em fatos históricos, não em mitos ou impressões estereotipadas do que seja servir a Cristo.
Nesta perspectiva afirmo sem titubeios que não existe lugares especiais onde Deus possa falar com o crente. Do ponto de vista bíblico, em qualquer lugar podemos orar e buscar ao Senhor.
A Ele toda a glória!
Extraído do Púlpito Cristão
Pois é, infelizmente alguns dos nossos irmãos em Cristo tem vivenciado uma fé absolutamente sincrética.
Ao contrário do que deveria ser, inúmeros cristãos mostram-se extremamente superticiosos. Em nosso meio existem aqueles que deixam a Bíblia aberta no Salmo 91 para afastar desgraças; utilizam a expressão "Tá amarrado" para superar satanás; abrem a Bíblia aleatoriamente para receber uma orientação de Deus; utilizam elementos como galho de arruda, sal grosso e copo d'água ungida dentro de casa, além de subirem a montes acreditando que por orarem lá, Deus se manifestará de forma especial.
Tais pessoas movidas por um misticismo esquizofrênico vêem gravetos brilharem, anjos reluzentes, além de enxergarem no mato manifestações sobrenaturais de Deus.
Caro leitor, não precisamos subir a montes para falar com Deus nem tampouco para sentir sua santa presença. Em Cristo podemos orar e nos relacionarmos com o Pai no quarto, na rua, na igreja, na praia ou em qualquer outro lugar. O monte não é um lugar santo, nem tampouco um local escolhido por Deus para falar ao coração do povo. Afirmar que o Espírito de Deus age de forma especial em montes e montanhas significa desconhecer as verdades bíblicas.
Isto posto afirmo que cristãos supersticiosos estão fadados a uma vida cheia de neuroses e frustrações. Junta-se a isso o fato de que o cristão ao comportar-se deste forma aponta para uma absurda contradição, até porque as raízes históricas e teológicas do protestantismo sempre foram contra toda e qualquer manifestação supersticiosa.
Caro leitor nossa fé não se fundamenta em superstições ou achismos, mas sim na infalível Palavra de Deus. O evangelho está enraizado em fatos históricos, não em mitos ou impressões estereotipadas do que seja servir a Cristo.
Nesta perspectiva afirmo sem titubeios que não existe lugares especiais onde Deus possa falar com o crente. Do ponto de vista bíblico, em qualquer lugar podemos orar e buscar ao Senhor.
A Ele toda a glória!
Extraído do Púlpito Cristão
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